desenvolvimento pessoal,

mais amor que bruta

quinta-feira, janeiro 03, 2019 sarita deoli 0 Comments


sempre fui uma menininha afrontosa. desde criança, respondia aos meus pais. dizer só "não" nunca foi uma justificativa pra mim. queria saber mais. queria entender. queria contestar.

quando lúcida, sempre fui a amiga tumultuadora, aquela que não deixa uma piadinha racista passar. aquela que fica emburrada em situações de injustiça. aquela que não sabe disfarçar que não gostou nem um pouco. [quando bêbada, não liga pra muita coisa]

fazendo jus aos astros e orixás, eis que pairei nesse mundo para lutar.

e lutei muito ao longo da minha vida. com todas as armas ao meu alcance: cara feia, repreensão, se meter na vida dos outros, indiretas e diretas, gritos, ofensas morais/verbais, tapas, empurrões, puxão de cabelo, pontapés etc.

a primeira coisa que eu aprendi lutando é que eu gastava mais energia do que de fato resolucionava alguma coisa. a segunda coisa é que, na maior parte das vezes, a pessoa não discute sobre um conteúdo e sim sobre o seu ego.

e a terceira e mais importante: existem outras formas de lutar sem agressividade. chega me emociono.
o amor é a arma mais poderosa do mundo.

isso significa que eu me tornei super passiva e mestra do amor livre zen dexconxtruidÃo?

não!

significa que hoje eu sei como lutar. quais artifícios usar em cada batalha. e o amor tem vencido quase todas.

quando eu digo que eu escolho o amor é porque eu realmente tenho tentado me entregar a esse estado. emocionalmente e racionalmente. é bem estar e é inteligente.

eu tenho muito mais chances de mudar o mundo com amor do que com afrontisses.

eu percebi que com amor me ouvem. com ódio, me descartam.

repito, não serei rainha zen.

mas esse ano, no que couber, minhas escolhas serão pautadas no amor.

sarita deoli

📷 ≫ etsy




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